Ayrton Araújo
Ayrton de Araújo · nasceu em 1961
Ayrton Araújo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, superior completo, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Campo Grande (MS)PT 13699· centro-esquerda· na urna, Ayrton de Araujo do Pteleito3.008 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ayrton Araújo declarou R$ 298,3 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 101,1 mil acima da inflação.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- Ayrton AraújoR$ 298,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ayrton Araújo declarou ao TSE R$ 677 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 281 mil, 0,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Campo Grande (MS) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Brasil - Br - NacionalR$ 192,5 mil90,5%
- Próprio bolsoR$ 10,4 mil4,9%
- PessoasR$ 9.1324,3%
- Outros candidatosR$ 7660,4%
Para onde foi
- Pessoal78 pessoas, não nomeadasR$ 134,5 mil63,5%
- Material impressoTudo de Valdevino Solucoes Graficas LtdaR$ 36,9 mil17,4%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 16,4 mil7,7%
- OutrosR$ 16,4 mil7,7%
- EscritórioR$ 3.6221,7%
- InternetR$ 3.4651,6%
- TransporteR$ 6560,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Campo Grande (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 130 por voto. Quem venceu, Flavio Cabo Almi, gastou R$ 68,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 631; o mais barato, R$ 68,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tio Trutis PLR$ 444 mil · 704 votosR$ 631
- Marcelo Bluma PVR$ 457 mil · 1.296 votosR$ 352
- Grazielle Machado PSDBR$ 618 mil · 1.887 votosR$ 328
- Professora Madalena PC do BR$ 573 mil · 2.213 votosR$ 259
- Alessandra Alencar PSDBR$ 369 mil · 1.630 votosR$ 227
- Subtenente Edilaine PSDR$ 344 mil · 2.347 votosR$ 147
- Coronel Villasanti UNIÃOR$ 339 mil · 2.601 votosR$ 130
- Ana Portela PLR$ 448 mil · 4.577 votosR$ 97,9
- William Maksoud PSDBR$ 347 mil · 3.597 votosR$ 96,5
- Valdir Gomes PPR$ 328 mil · 3.648 votosR$ 89,9
- Beto Avelar PPR$ 335 mil · 4.063 votosR$ 82,4
- Flavio Cabo Almi PSDBR$ 342 mil · 5.003 votosR$ 68,4
Votos por real
- 2024, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.