Edmar Rodrigues
Edmar Rodrigues de Lima · nasceu em 1963
Edmar Rodrigues se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: MDB (2002), PTB (2004), MDB (2008), PL (2016), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Edmar Rodrigues declarou R$ 936,8 mil em bens, em reais de hoje: 121 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 475,7 mil acima da inflação.
Declarou 121 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2024.
- Edmar RodriguesR$ 936,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.733
- Mediana dos eleitosR$ 90,4 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- casaR$ 773,3 milCasa
- caminhoneteR$ 154,7 milOutros bens móveis
- motoR$ 7.733Outros bens móveis
- bicicletaR$ 1.105Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Edmar Rodrigues declarou ao TSE R$ 82 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 52 mil, 84% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Tarauacá (AC) · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 43,7 mil84,2%
- PessoasR$ 6.56212,6%
- Próprio bolsoR$ 1.6413,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 35 mil77,5%
- TransporteR$ 8.53118,9%
- ServiçosR$ 1.6383,6%
- EscritórioR$ 4< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Tarauacá (AC), 2024
Edmar Rodrigues: R$ 214 por voto (mediana da disputa, R$ 246). Quem venceu, Arife Eliamen, gastou R$ 87,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.620; o mais barato, R$ 87,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edmar Rodrigues. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Charles Marinho UNIÃOR$ 44 mil · 27 votosR$ 1.620
- Rose Marinho UNIÃOR$ 44 mil · 37 votosR$ 1.178
- Gelvani Arruda PLR$ 48 mil · 46 votosR$ 1.050
- Francilene Do Ipepaconha PPR$ 57 mil · 109 votosR$ 525
- Sandida Modas PPR$ 57 mil · 169 votosR$ 337
- Professora Yonara Amauacas PC do BR$ 46 mil · 147 votosR$ 314
- Nilson Colibri PPR$ 39 mil · 160 votosR$ 246
- Léo Pm UNIÃOR$ 44 mil · 191 votosR$ 229
- João Moreira PLR$ 49 mil · 222 votosR$ 219
- Valcimaria Do Cabeçinha PPR$ 38 mil · 178 votosR$ 216
- Edmar Rodrigues UNIÃOR$ 45 mil · 211 votosR$ 214
- Arife Eliamen PPR$ 54 mil · 610 votosR$ 87,9
Votos por real
- 2024, vereador: 4,7 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.