Edmar Mario
nasceu em 1949
Edmar Mario disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ipaba (MG)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Edmar Mario declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ipaba (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Caf Santa Bárbara LtdaR$ 9.77477,9%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.76922,1%
Para onde foi
- Eventos4 pessoas, não nomeadasR$ 4.95939,5%
- Transporte3 pessoas, não nomeadasR$ 1.92215,3%
- OutrosR$ 330,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ipaba (MG), 2004
Edmar Mario: R$ 40,1 por voto (mediana da disputa, R$ 17,3). Quem venceu, Zé Vieira, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 63; o mais barato, R$ 7,47.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edmar Mario. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edinho PDTR$ 23 mil · 362 votosR$ 63
- Edmar Mario PTR$ 13 mil · 313 votosR$ 40,1
- Zé Vieira DEMR$ 91 mil · 5.265 votosR$ 17,3
- Vieirinha PSCR$ 19 mil · 2.604 votosR$ 7,47
Votos por real
- 2004, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.