Edivane Vilar
Edivane Vilar de Souza da Silva · nasceu em 1964
Edivane Vilar se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2002), PV (2004).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 40 anos, superior completo, contador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do NortePSB 40333· centro-esquerdasuplente3.062 votos; 57º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Edivane Vilar teve 3.062 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 98 cidades. Natal deu 56,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Edivane Vilar declarou ao TSE R$ 64 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Natal (RN) · PV · suplente
De onde veio
- OutrosR$ 21,6 mil86%
- PartidoR$ 3.51914%
Para onde foi
- Material impressoR$ 20,3 mil81%
- TransporteR$ 4.12516,4%
- EscritórioR$ 6522,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2004
Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Renato Dantas, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,3; o mais barato, R$ 18,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ze Eduardo Alves MDBR$ 169 mil · 3.435 votosR$ 49,3
- Sérgio Coxinha CIDADANIAR$ 249 mil · 5.943 votosR$ 41,9
- George Câmara PC do BR$ 189 mil · 4.949 votosR$ 38,1
- Hugo Manso PTR$ 139 mil · 4.016 votosR$ 34,7
- Geraldo Neto MDBR$ 236 mil · 7.333 votosR$ 32,2
- Rogerio Marinho PSBR$ 248 mil · 9.009 votosR$ 27,6
- Julio Protasio PVR$ 155 mil · 5.711 votosR$ 27,1
- Edivan Martins PSBR$ 175 mil · 6.501 votosR$ 26,9
- Dra. Anny DCR$ 158 mil · 5.887 votosR$ 26,8
- Emilson Medeiros CIDADANIAR$ 183 mil · 7.531 votosR$ 24,3
- Hermano Morais PSBR$ 192 mil · 8.814 votosR$ 21,8
- Renato Dantas PSBR$ 171 mil · 9.484 votosR$ 18,1
Votos por real
- 2004, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.