Edis
Edis Aparecido de Oliveira · nasceu em 1963
Edis disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ibipitanga (BA)), pelo PHS: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 40 anos, ensino médio, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Edis declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ibipitanga (BA) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Moshe Silva Artes Gráficas LtdaR$ 2.93945,1%
- TransporteTudo de Posto Plínio Ii (Zorayde Chaves Silva Plínio)R$ 97715%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ibipitanga (BA), 2004
Edis: R$ 2,10 por voto (mediana da disputa, R$ 6,70). Quem venceu, Dr. Gildemar, gastou R$ 6,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,4; o mais barato, R$ 2,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel De Fidelcino DCR$ 6,5 mil · 222 votosR$ 29,4
- Dr. Gildemar PLR$ 28 mil · 4.135 votosR$ 6,70
- Edis PHSR$ 6,5 mil · 3.102 votosR$ 2,10
Votos por real
- 2004, prefeito: 476 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.