Edinho
Edson Dutra Teixeira · nasceu em 1957
Edinho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Divino de São Lourenço (ES)), pelo MOBILIZA: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 47 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Edinho declarou ao TSE R$ 184 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Divino de São Lourenço (ES) · MOBILIZA · eleito
De onde veio
- Pessoas26 pessoas, não nomeadasR$ 97,2 mil52,8%
- Próprio bolsoR$ 52 mil28,2%
Para onde foi
- Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 16,3 mil8,8%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 11,4 mil6,2%
- OutrosR$ 3.1671,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Divino de São Lourenço (ES), 2004
Edinho: R$ 146 por voto (mediana da disputa, R$ 91,7). O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edinho MOBILIZAR$ 184 mil · 1.261 votosR$ 146
- Wilder PTR$ 59 mil · 647 votosR$ 91,7
- Miguelzinho Caçapa MDBR$ 65 mil · 1.259 votosR$ 52
Votos por real
- 2004, prefeito: 6,8 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.