Edimilson
Edimilson Pereira de Souza · nasceu em 1955
Edimilson se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PSB (2012), PSD (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Edimilson declarou R$ 263 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 74,2 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- EdimilsonR$ 263 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edimilson declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planalto (BA) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.83961,4%
- PessoasR$ 1.76528,2%
- Outros candidatosR$ 64810,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.64974,4%
- TransporteR$ 95515,3%
- ServiçosR$ 64810,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (BA), 2016
Edimilson: R$ 19,1 por voto (mediana da disputa, R$ 18). Quem venceu, Rezende, gastou R$ 7,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,5; o mais barato, R$ 7,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edimilson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Naum Amorim PPR$ 12 mil · 243 votosR$ 48,5
- Jamil PODER$ 8,5 mil · 248 votosR$ 34,2
- Rose Oliveira PPR$ 8,6 mil · 316 votosR$ 27,3
- Edimilson PSDR$ 6,3 mil · 327 votosR$ 19,1
- Miro PLR$ 7,8 mil · 419 votosR$ 18,5
- Val DEMR$ 6 mil · 332 votosR$ 18,2
- Robelio PSLR$ 6,1 mil · 337 votosR$ 18
- Alirio Oliveira PLR$ 5,6 mil · 367 votosR$ 15,2
- Júnior Bote Fé PPR$ 14 mil · 951 votosR$ 14,9
- Astengo PLR$ 6,4 mil · 431 votosR$ 14,8
- Luiz PPR$ 11 mil · 1.237 votosR$ 8,95
- Rezende PPR$ 6,1 mil · 840 votosR$ 7,21
Votos por real
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 95% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.