Apuração
Vereador · 2020 · PSDB

Edimar Kiçassa

Edimar Ramalho da Silva · nasceu em 1978

Edimar Kiçassa se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.

Passou por 2 partidos: PT (2012), PSDB (2016–2020).

VereadorPartidoPTPSDB20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45555· centro-direita
    eleito325 votos
  2. 2016
    Vereador · Poté (MG)
    PSDB 45555· centro-direita
    eleito306 votos
  3. 2012
    Vereador · Poté (MG)
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Edimar Kissaça
    suplente186 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Edimar Kiçassa declarou R$ 797,8 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 564,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 797,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 555.405 na declaração)

Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Edimar KiçassaR$ 797,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 797,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Imóvel residencial e seu respectivo terreno na rua dom…R$ 430,9 mil
    Casa
  2. Fazenda sagrado coração com 104R$ 287,3 mil
    Outros bens imóveis rural
  3. Sítio mantiqueira localizado na comunidade da igrejinha do…R$ 71,8 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Capital social junto coop. de crédito de livre…R$ 4.656
    Outras aplicações
  5. Banco do brasilR$ 1.931
    Conta corrente no país
  6. Sicoob credivaleR$ 1.178
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Edimar Kiçassa declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,6 mil, 14% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Poté (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 4.605
14% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.605.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.54755,3%
  2. Próprio bolsoR$ 1.41530,7%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Ely Pereira De Souza VereadorR$ 64314%

Para onde foi

R$ 1.415
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Poté (MG), 2020

Edimar Kiçassa: R$ 4,35 por voto (mediana da disputa, R$ 11). O voto mais caro custou R$ 3.538; o mais barato, R$ 4,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maria Vicentina PSDBR$ 14 mil · 4 votosR$ 3.538
  • Ely De Valão PSDBR$ 14 mil · 292 votosR$ 48,5
  • Antonio Pe De Lado PLR$ 7 mil · 165 votosR$ 42,6
  • Iago De Toninho Despachante MDBR$ 1,2 mil · 50 votosR$ 24,1
  • Silvair Garcia PODER$ 1,7 mil · 89 votosR$ 19,1
  • Marlon Vaca Gorda PLR$ 2,4 mil · 153 votosR$ 15,9
  • Ciro Da Farmacia PLR$ 1,3 mil · 122 votosR$ 11
  • Ione Do Onibus MDBR$ 1,3 mil · 124 votosR$ 10,2
  • Biane PLR$ 1,8 mil · 177 votosR$ 9,99
  • Joao De Brecho PLR$ 1,5 mil · 180 votosR$ 8,26
  • Elianque Francisco PSCR$ 1,4 mil · 249 votosR$ 5,68
  • Edimar Kiçassa PSDBR$ 1,4 mil · 325 votosR$ 4,35

Votos por real

  • 2020, vereador: 230 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 135 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 186 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.