Edimar
Edimar Pereira Pinheiro · nasceu em 1976
Edimar se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), MDB (2008–2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, ensino médio, agente administrativo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edimar declarou R$ 271,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 177,1 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- EdimarR$ 271,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Residencial na rua edgar meloR$ 100,6 milCasa
- Casa lotéricaR$ 86,2 milOutros bens e direitos
- Veículo tipo gol ano 2016/2017R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta poupança banco brasilR$ 21,5 milCaderneta de poupança
- Moto bros 150R$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 7.182Dinheiro em espécie
- Conta banco brasilR$ 4.309Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Edimar declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Tupirama (TO) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 4.37593,7%
- Material impressoTudo de 38.061.484 Wesley Cardoso De SouzaR$ 2956,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Tupirama (TO), 2024
Edimar: R$ 24,7 por voto (mediana da disputa, R$ 59,8). O voto mais caro custou R$ 195; o mais barato, R$ 24,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lino PPR$ 4,9 mil · 25 votosR$ 195
- Nete Do Leite PPR$ 4 mil · 35 votosR$ 116
- Professor Wagner Cruz REPUBLICANOSR$ 4,6 mil · 54 votosR$ 84,7
- Irmâ Gesi PPR$ 4,4 mil · 58 votosR$ 76,7
- Elziane Toca REPUBLICANOSR$ 4,8 mil · 75 votosR$ 63,9
- Zélia Costa REPUBLICANOSR$ 4,9 mil · 81 votosR$ 60,5
- Iranildes Almeida REPUBLICANOSR$ 4,8 mil · 80 votosR$ 59,8
- Neciene Bezerra REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 125 votosR$ 41
- Sergio Cunha PPR$ 4,7 mil · 121 votosR$ 38,6
- Jegão PPR$ 5,3 mil · 152 votosR$ 34,9
- Amigo Roberto REPUBLICANOSR$ 5,3 mil · 187 votosR$ 28,5
- Edimar PPR$ 4,7 mil · 189 votosR$ 24,7
Votos por real
- 2024, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 6,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.