Edilberto Barros
Edilberto Rafael de Barros · nasceu em 1985
Edilberto Barros se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PDT (2008), MDB (2012–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 39 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Flores do Piauí (PI)MDB 15· centro-direitaNa chapa de Evandro Ddchapa eleita2.467 votos da chapa, 65,8%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Edilberto Barros declarou R$ 458,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 439,6 mil acima da inflação.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Hilux 2015/2016R$ 154,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CasaR$ 132,6 milCasa
- Cond. guanabaraR$ 110,5 milApartamento
- PropriedadeR$ 44,2 milTerreno
- PropriedadeR$ 16,6 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Edilberto Barros declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Flores do Piauí (PI) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 11,8 mil89,3%
- Próprio bolsoR$ 1.41510,7%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Raimundo Nonato De Castro RibeiroR$ 1.18633,5%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Cleilton Maciel De Sousa 02990885374R$ 70820%
- EscritórioR$ 200,6%
As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: vereador, Flores do Piauí (PI), 2020
Edilberto Barros: R$ 7,48 por voto (mediana da disputa, R$ 33,3). Quem venceu, Aislan Cipriano, gastou R$ 3,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 428; o mais barato, R$ 3,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edilberto Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Natane Gomes MDBR$ 4,7 mil · 11 votosR$ 428
- Darciane PTR$ 1,8 mil · 6 votosR$ 307
- Alana Dias PTR$ 2,3 mil · 13 votosR$ 181
- Juliana Ferreira MDBR$ 3,5 mil · 27 votosR$ 128
- Dimdim PTR$ 1,4 mil · 11 votosR$ 124
- Auria Lima MDBR$ 17 mil · 175 votosR$ 97
- Cícero PTR$ 1,7 mil · 51 votosR$ 33,3
- Carlinhos De Cassiano PTR$ 2,3 mil · 102 votosR$ 22,2
- Cilom PTR$ 1,4 mil · 112 votosR$ 12,6
- Duda Macaxeira MDBR$ 2,9 mil · 322 votosR$ 8,92
- Edilberto Barros MDBR$ 3,5 mil · 473 votosR$ 7,48
- Aislan Cipriano MDBR$ 1,1 mil · 289 votosR$ 3,82
Votos por real
- 2020, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa (contas parciais).
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.