Ediberto Borges
Ediberto Alves Borges · nasceu em 1973
Ediberto Borges disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tapiraí (SP)), pelo PSC: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, gerente, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ediberto Borges declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ediberto BorgesR$ 40,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Ediberto Borges declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tapiraí (SP) · PSC · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.20196,9%
- Outros candidatosR$ 2663,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.03783,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6097,2%
- Material impressoR$ 5997,1%
- ServiçosR$ 1912,3%
- EscritórioR$ 310,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapiraí (SP), 2016
Ediberto Borges: R$ 118 por voto (mediana da disputa, R$ 48,4). Quem venceu, Jan Glasser, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 962; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ediberto Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Calebe F. Costa PVR$ 6,7 mil · 7 votosR$ 962
- Vera Brandão DEMR$ 7 mil · 27 votosR$ 260
- Bruno Garcia DEMR$ 9,1 mil · 42 votosR$ 217
- Oswaldo Fontanelli PSBR$ 11 mil · 56 votosR$ 196
- Ediberto Borges PSCR$ 8,5 mil · 72 votosR$ 118
- Lucas Figueiredo PSBR$ 10 mil · 144 votosR$ 72,1
- Hélinho PSDBR$ 8,6 mil · 177 votosR$ 48,4
- Chicão PSBR$ 10 mil · 247 votosR$ 41,6
- Tarini Suzuki PSBR$ 7,2 mil · 177 votosR$ 40,6
- Alemão MDBR$ 7,6 mil · 219 votosR$ 34,6
- Julio Colombo MDBR$ 6,4 mil · 229 votosR$ 27,9
- Jan Glasser DEMR$ 6,2 mil · 264 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2016, vereador: 8,5 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.