Éder do Escritório
Eder José da Silva Gonçalves · nasceu em 1955
Éder do Escritório se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, ensino médio, contador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Éder do Escritório declarou R$ 319,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Éder do EscritórioR$ 319,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Imóvel residencial em paraisoR$ 165,1 milImóveis
- Imóvel residencial em paraisoR$ 87,5 milImóveis
- 50% Imóvel residencial em catanduvaR$ 26,4 milImóveis
- 96% Da da firma paraiso contabil s/c LTDAR$ 25,9 milEmpresas e participações
- Linha telefonicaR$ 7.410Outros
- Terreno urbano em paraisoR$ 4.953Imóveis
- 7% Das quotas de capital da firma ppjm-comércio de peças e…R$ 1.887Empresas e participações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Éder do Escritório declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,6 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paraíso (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.30389,6%
- Próprio bolsoR$ 26810,4%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 26810,4%
- Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 26810,4%
- EscritórioR$ 1616,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Paraíso (SP), 2008
Éder Do Escritório: R$ 8,08 por voto (mediana da disputa, R$ 19,7). Quem venceu, Nivaldo Da Farmácia, gastou R$ 7,06 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,2; o mais barato, R$ 7,06.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Éder Do Escritório. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Do Carmo PPR$ 1,5 mil · 23 votosR$ 65,2
- Marcão MDBR$ 1,5 mil · 41 votosR$ 37,4
- Isabel Do Mulão PSDBR$ 7,3 mil · 198 votosR$ 37
- José Paulo PSDBR$ 4,1 mil · 116 votosR$ 35
- André Gallo PTR$ 23 mil · 663 votosR$ 34,8
- Joaquim Caetano MDBR$ 1,6 mil · 55 votosR$ 29,1
- Toninho Fontanelli DEMR$ 5 mil · 256 votosR$ 19,7
- Nado Do Zaia DEMR$ 2 mil · 120 votosR$ 17
- Nenê Penariol MDBR$ 1,9 mil · 164 votosR$ 11,4
- Luiz Carlos Rosa CIDADANIAR$ 1,8 mil · 190 votosR$ 9,44
- Éder Do Escritório PSDBR$ 2,6 mil · 318 votosR$ 8,08
- Nivaldo Da Farmácia PDTR$ 2,5 mil · 349 votosR$ 7,06
Votos por real
- 2008, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 110 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.