Apuração
Deputado estadual · 2006 · PTB

Edemar Vargas

nasceu em 1951

Edemar Vargas se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualPartidoPTB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 55 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PTB 14102· centro-direita
    suplente14.284 votos; 124º mais votado de 486 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PTB 14102· centro-direita
    eleito49.577 votos; 18º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Edemar Vargas teve 14.284 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 321 cidades. Porto Alegre deu 14,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 56,9%.

14.284 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.284 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.071 votos14,5%
  2. Viamão (RS)967 votos6,8%
  3. Tupanciretã (RS)961 votos6,7%
  4. Novo Hamburgo (RS)656 votos4,6%
  5. Alvorada (RS)529 votos3,7%
  6. Outras 306 cidades6.157 votos43,1%
As outras 1 eleições para deputado
49.577 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 49.577 votos.
  1. Porto Alegre (RS)5.910 votos11,9%
  2. Novo Hamburgo (RS)1.832 votos3,7%
  3. Viamão (RS)1.792 votos3,6%
  4. Caxias do Sul (RS)1.775 votos3,6%
  5. Canoas (RS)1.676 votos3,4%
  6. Outras 421 cidades26.681 votos53,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Edemar Vargas declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 2,2 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 737.000 na declaração)

Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2006.

  • Edemar VargasR$ 2,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 268,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 894,4 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Gleba de terras ecom 40 haR$ 298,2 mil
    Bens rurais e animais
  2. Casa em tupanciretãR$ 298,2 mil
    Imóveis
  3. Area de terra com 93 há em jóiaR$ 277,3 mil
    Bens rurais e animais
  4. Uma gleba de terra em jóiaR$ 217,7 mil
    Bens rurais e animais
  5. Apto em porto alegreR$ 208,8 mil
    Imóveis
  6. Apto em porto alegreR$ 187,9 mil
    Imóveis
  7. S10 chevrolet ano 2006R$ 178,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. Gleba de terra com 48 haR$ 143,1 mil
    Bens rurais e animais
  9. Ford focus ano 2004R$ 119,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  10. Casa em tupanciretã/rsR$ 89,5 mil
    Imóveis
  11. Casa em tupanciretã/rsR$ 89,5 mil
    Imóveis
  12. Área de terra com 30 haR$ 89,5 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Edemar Vargas declarou ao TSE R$ 280 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 187 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PTB · suplente

De onde veio

R$ 186,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 186,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 48,9 mil26,2%
  2. PessoasR$ 1.7801%

Para onde foi

R$ 186,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 186,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 8.6854,6%
  2. EscritórioR$ 4.4702,4%
  3. InternetR$ 1.3640,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Paulo Odone, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 491; o mais barato, R$ 8,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 76 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 534 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.