Dyego de Xisto
Ályson Dyego de Matos Vilela · nasceu em 1993
Dyego de Xisto se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 23 anos, ensino médio, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Canhotinho (PE)PSB 40000· centro-esquerda· na urna, Dyego do Professor Xistosuplente347 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dyego de Xisto declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dyego de Xisto declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Canhotinho (PE) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 66167,7%
- Outros candidatosR$ 31632,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 64866,3%
- Material impressoR$ 31632,3%
- EscritórioR$ 131,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Canhotinho (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 5,43 por voto. Quem venceu, Burrega, gastou R$ 2,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 22,7; o mais barato, R$ 2,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Érico Vilaça DEMR$ 11 mil · 476 votosR$ 22,7
- Nego Barbosa PSBR$ 4,5 mil · 247 votosR$ 18
- Claudio Da Compesa PPR$ 5,6 mil · 564 votosR$ 9,97
- Zé Maria Do Tempero DCR$ 4,8 mil · 513 votosR$ 9,37
- Célio Amorim PSBR$ 6 mil · 667 votosR$ 9,01
- Marco Torres DCR$ 6,1 mil · 1.079 votosR$ 5,69
- Sarah Leandro PSDBR$ 2,8 mil · 520 votosR$ 5,43
- Tarcisio Pereira Leite PPR$ 4 mil · 775 votosR$ 5,12
- Tiago Da Saúde PSDR$ 2,1 mil · 706 votosR$ 2,97
- Adelson Da Saúde PSDBR$ 2,3 mil · 796 votosR$ 2,86
- Aiá De Couto PSDR$ 2 mil · 799 votosR$ 2,45
- Burrega PSDR$ 1,8 mil · 915 votosR$ 2,01
Votos por real
- 2016, vereador: 511 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.