Apuração
Prefeito · 2020 · PSD

Dulcelino

Dulcelino José Corgozinho · nasceu em 1955

Dulcelino disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Martinho Campos (MG)), pelo PSD: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSD2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55· direita
    não eleito403 votos, 5,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Dulcelino declarou R$ 235,7 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 235,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 164.071 na declaração)

Declarou 54% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.

  • DulcelinoR$ 235,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 235,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Uma casa de residência situada na Rua Dona OlímpiaR$ 129,3 mil
    Casa
  2. Veículo Caminhonete I/GM SilveradoR$ 43,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Veículo Vectra GLS 2.2R$ 28,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Dinheiro em espécieR$ 28,7 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Veículo VW ano 1978R$ 2.873
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Moto Honda CG125 TodayR$ 2.586
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Cotas de capital Sicoob CredespR$ 389
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Dulcelino declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, em reais de hoje, 50% de dinheiro público.

2020 · Prefeito · Martinho Campos (MG) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 34 mil
50% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Diretorio Municipal Do Psd De Martinho Campos - MgR$ 17 mil50%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 17 mil50%

Para onde foi

R$ 34 mil
O maior gasto foi com material impresso: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34 mil.
  1. Material impressoTudo de Deusdedit Francisco Rosa 96363517672R$ 17 mil50%
  2. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 17 mil50%
  3. EscritórioR$ 14< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Martinho Campos (MG), 2020

Dulcelino: R$ 84,3 por voto (mediana da disputa, R$ 37,8). Quem venceu, Wilson Diretor, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,3; o mais barato, R$ 19,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dulcelino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.