Apuração
Vereadora · 2004 · PSDB

Dra Maria Christina

Maria Christina Dias Prado · nasceu em 1957

Dra Maria Christina se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2002), PSDB (2004).

Dep. estadualVereadoraPartidoPVPSDB20022004
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 46 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereadora · Fernandópolis (SP)
    PSDB 45675· centro-direita
    suplente752 votos
  2. 2002
    Deputada estadual · São Paulo
    PV 43004· centro-esquerda
    suplente8.137 votos; 403º mais votada de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dra Maria Christina teve 8.137 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 403º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 138 cidades. Fernandópolis deu 70,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.

8.137 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.137 votos.
  1. Fernandópolis (SP)5.726 votos70,4%
  2. Estrela D'oeste (SP)290 votos3,6%
  3. Santa Fé do Sul (SP)254 votos3,1%
  4. Ouroeste (SP)203 votos2,5%
  5. São Paulo (SP)192 votos2,4%
  6. Outras 123 cidades548 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dra Maria Christina declarou ao TSE R$ 171 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 156 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereadora · Fernandópolis (SP) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 14,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 14,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,7 mil.
  1. PessoalR$ 4.99834%
  2. TransporteR$ 3.84826,2%
  3. Material impressoR$ 2.93220%
  4. OutrosR$ 2.76318,8%
  5. EscritórioR$ 1531%

Quanto custou cada voto: vereadora, Fernandópolis (SP), 2004

Dra Maria Christina: R$ 19,5 por voto (mediana da disputa, R$ 24). Quem venceu, Zambon, gastou R$ 15,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 15,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dra Maria Christina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereadora: 51 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 52 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.