Apuração
Deputada federal · 2006 · PRONA

Dra. Katia

Katia Luciane Ambrosio Cardozo · nasceu em 1966

Dra. Katia disputou uma eleição, em 2006, para deputada federal (Paraná), pelo PRONA: não eleita.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRONA+0,70← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPRONA2006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2006, não eleita.

Declarou ao TSE em 2006: 40 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputada federal · Paraná
    PRONA 5645· direita
    não eleita3.349 votos; 101º mais votada de 258 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dra. Katia teve 3.349 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 258 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. Santo Antônio da Platina deu 61,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.

3.349 votos
votos para deputada federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.349 votos.
  1. Santo Antônio da Platina (PR)2.044 votos61%
  2. Curitiba (PR)483 votos14,4%
  3. Lapa (PR)132 votos3,9%
  4. Cambará (PR)128 votos3,8%
  5. Jacarezinho (PR)94 votos2,8%
  6. Outras 57 cidades189 votos5,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Dra. Katia declarou R$ 143,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 143,1 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 48.000 na declaração)

Declarou 50% da mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2006.

  • Dra. KatiaR$ 143,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 287,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 143,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Dra. Katia declarou ao TSE R$ 8,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputada federal · Paraná · PRONA · não eleita

De onde veio

R$ 8.050
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.050. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.82047,5%

Para onde foi

R$ 8.030
O maior gasto foi com escritório: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.030. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Editora Gazeta Do Povo S/AR$ 2.13626,6%
  2. OutrosR$ 85410,6%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Paraná, 2006

Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Angelo Vanhoni, gastou R$ 6,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 6,52.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada federal: 417 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.