Dra. Elizabeth
Elizabeth Maria de Carvalho · nasceu em 1940
Dra. Elizabeth se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRONA (2004–2006), PL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2006Deputada estadual · São PauloPRONA 56042· direitasuplente1.250 votos; 849º mais votada de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dra. Elizabeth teve 1.250 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 849º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 66 cidades. Bauru deu 78,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dra. Elizabeth declarou R$ 942,2 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 262,9 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Dra. ElizabethR$ 942,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dra. Elizabeth declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputada estadual: R$ 37 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Bauru (SP) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11,6 mil58,7%
- PessoasR$ 5.68028,8%
- PartidoR$ 2.46312,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 9.82849,8%
- Material impressoR$ 4.87824,7%
- PessoalR$ 2.16611%
- ServiçosR$ 2.12710,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4332,2%
- OutrosR$ 2821,4%
- EscritórioR$ 260,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bauru (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 32,5 por voto. Quem venceu, Roberval Sakai, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Oliveira PTBR$ 139 mil · 629 votosR$ 221
- Claudio Da Construção PTR$ 348 mil · 2.152 votosR$ 162
- Dr Paulo Eduardo PSBR$ 187 mil · 1.715 votosR$ 109
- Lima Junior PSDBR$ 80 mil · 2.092 votosR$ 38,1
- Purini MDBR$ 193 mil · 5.735 votosR$ 33,7
- Paulo Eduardo Martins PSDBR$ 60 mil · 1.777 votosR$ 33,5
- Mantovani PSDBR$ 82 mil · 2.526 votosR$ 32,5
- Pastora Celina PSCR$ 59 mil · 2.140 votosR$ 27,7
- Moisés Rossi CIDADANIAR$ 94 mil · 3.434 votosR$ 27,3
- Sandro Bussola PTR$ 66 mil · 3.165 votosR$ 20,9
- Dra. Telma Gobbi MDBR$ 69 mil · 3.846 votosR$ 18
- Roberval Sakai PPR$ 112 mil · 6.967 votosR$ 16
Votos por real
- 2012, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2006, deputada estadual: 34 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 136 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.