Dr. Valdivino
Valdivino Almeida Martins · nasceu em 1956
Dr. Valdivino disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Marilândia (ES)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 47 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Valdivino declarou ao TSE R$ 33 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Marilândia (ES) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalTudo de Jeld Confecções Ltda (Camisas)R$ 1.6295%
Quanto custou cada voto: prefeito, Marilândia (ES), 2004
Dr. Valdivino: R$ 247 por voto (mediana da disputa, R$ 57,6). Quem venceu, Osmar Passamani, gastou R$ 84,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 247; o mais barato, R$ 5,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Valdivino. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Valdivino PTR$ 33 mil · 132 votosR$ 247
- Osmar Passamani PSBR$ 306 mil · 3.609 votosR$ 84,9
- Mauricio Colatto MDBR$ 114 mil · 1.986 votosR$ 57,6
- Beto Partelli CIDADANIAR$ 6,5 mil · 1.207 votosR$ 5,40
Votos por real
- 2004, prefeito: 4,1 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.