Simplicio
Jose Simplicio da Silva Filho · nasceu em 1963
Simplicio se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2006–2008), PSC (2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2010: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPV 43800· centro-esquerda· na urna, Dr. Simplíciosuplente777 votos; 525º mais votado de 852 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Simplicio teve 777 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 525º lugar entre 852 candidatos.
Recebeu votos em 94 cidades. São João Del Rei deu 26,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Simplicio declarou R$ 547,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 189,8 mil acima da inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2010.
- SimplicioR$ 547,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 171,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Casa rua a. ribeiroR$ 247,3 milCasa
- Casa vicente greccoR$ 136 milCasa
- Apartamento, rua joseph amin debian, 143/02 - betim-mgR$ 86,5 milOutros bens imóveis
- GM celta 2007/2008R$ 61,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta XL/250RR$ 9.891Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote n. 33, da quadra 36, vale do sol, igarape-mgR$ 6.182Outros bens imóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Simplicio declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Varginha (MG) · PV · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.01697,6%
- OutrosR$ 591,4%
- Outros candidatosR$ 401%
Para onde foi
- RepassesTudo de Eleições 2008 José Carlos Gomes - 33368 - Mg - VarginhaR$ 4.01697,7%
- EscritórioR$ 962,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Varginha (MG), 2008
Dr. Simplício: R$ 2,92 por voto (mediana da disputa, R$ 19,1). Quem venceu, Eduardo Corujinha, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 24,5; o mais barato, R$ 2,92.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Simplício. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antônio Silva PTBR$ 768 mil · 31.371 votosR$ 24,5
- Eduardo Corujinha PTR$ 687 mil · 35.893 votosR$ 19,1
- Dr. Simplício PVR$ 4,1 mil · 1.407 votosR$ 2,92
Votos por real
- 2008, prefeito: 1.407 votos por R$ 1.000, 27 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.