Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Dr. Rubem Alves

Rubem Alves Pereira · nasceu em 1961

Dr. Rubem Alves disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Goiás), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,71← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoDEM2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 57 anos, superior completo, médico, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Goiás
    DEM 25777· direita
    suplente1.209 votos; 287º mais votado de 797 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Dr. Rubem Alves teve 1.209 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 287º lugar entre 797 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Cristalina deu 87,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,0%.

1.209 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.209 votos.
  1. Cristalina (GO)1.052 votos87%
  2. Ipameri (GO)70 votos5,8%
  3. Goiânia (GO)22 votos1,8%
  4. Anápolis (GO)12 votos1%
  5. Luziânia (GO)8 votos0,7%
  6. Outras 12 cidades12 votos1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Dr. Rubem Alves declarou R$ 152,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 152,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 100.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.

  • Dr. Rubem AlvesR$ 152,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 152,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Dr. Rubem Alves declarou ao TSE R$ 92 mil em receitas, em reais de hoje, 14% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Goiás · DEM · suplente

De onde veio

R$ 91,8 mil
14% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 91,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 69,3 mil75,5%
  2. Fundo partidárioTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 12,8 mil14%
  3. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 9.65110,5%

Para onde foi

R$ 85,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 85,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal63 pessoas, não nomeadasR$ 48,3 mil56,7%
  2. TransporteTudo de Vanderlei Benatti Da Silva E Cia LtdaR$ 4.3195,1%
  3. EscritórioR$ 2.4292,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2018

Mediana da disputa: R$ 37,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 301; o mais barato, R$ 19,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.