Apuração
Vereador · 2008 · PP

Dr. Ricardo

Ricardo Alexandre Freitas · nasceu em 1967

Dr. Ricardo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Ilhota (SC)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Ilhota (SC)
    PP 11999· direita
    eleito271 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr. Ricardo declarou R$ 442,2 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 442,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 164.000 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Dr. RicardoR$ 442,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 442,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr. Ricardo declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Ilhota (SC) · PP · eleito

De onde veio

R$ 1.379
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.379.
  1. Próprio bolsoR$ 1.11180,6%
  2. EmpresasTudo de Roberto Da SilvaR$ 26819,4%

Para onde foi

R$ 1.379
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.379.
  1. Material impressoTudo de C. Mondini Comercio De Brindes E Papeis LtdaR$ 92667,2%
  2. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 09783900000127R$ 26819,4%
  3. EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 18513,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Ilhota (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 14,3 por voto. Quem venceu, Peixe, gastou R$ 8,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 8,85.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Pomatti PTR$ 9 mil · 48 votosR$ 187
  • Nelson Leal PTR$ 6,2 mil · 110 votosR$ 56
  • Amarildo PSDBR$ 2,7 mil · 96 votosR$ 27,6
  • Campigotto PSDBR$ 3,1 mil · 121 votosR$ 25,4
  • Professor Paulo PDTR$ 2,7 mil · 153 votosR$ 17,6
  • Beto DEMR$ 2,6 mil · 162 votosR$ 16,1
  • Lavino Miguel Nunes MDBR$ 6,2 mil · 433 votosR$ 14,3
  • Carlos Henrique MDBR$ 4,2 mil · 379 votosR$ 11,2
  • Deno PSDBR$ 2,7 mil · 247 votosR$ 10,8
  • Roberto Prebianca PPR$ 6,9 mil · 686 votosR$ 10,1
  • Peixe PDTR$ 2,3 mil · 255 votosR$ 8,87
  • Chico Caroço MDBR$ 3 mil · 339 votosR$ 8,85

Votos por real

  • 2008, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.