Roberto Prebianca
nasceu em 1962
Roberto Prebianca se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Ilhota (SC)PP 11· direita· na urna, PrebiancaNa chapa de Didachapa não eleita2.745 votos da chapa, 35,1%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto Prebianca declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 7,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 221 mil acima da inflação.
Declarou 7,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Roberto PrebiancaR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um terreno rural de 15 hectares no bairro bau baixoR$ 394,4 milTerreno rural
- Uma casa em alvenaria com dois pavimentos com 140 metros…R$ 263 milCasa
- Um trator agrícola valtra a 750 ano 2011 financiadoR$ 164,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno rural em conjunto com o irmão de 20 hectares…R$ 153,4 milTerreno rural
- Um automóvel pejout ano 2009R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Prebianca declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Ilhota (SC) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.78370,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.08313,2%
- Outros candidatosTudo de Daniel Christian BosiR$ 7238,8%
- EmpresasR$ 6457,8%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.51618,4%
- TransporteTudo de Auto Posto Jr LtdaR$ 5857,1%
- EscritórioR$ 480,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Ilhota (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 67,4 por voto. Quem venceu, Gilberto, gastou R$ 22,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 311; o mais barato, R$ 22,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bete MDBR$ 10 mil · 33 votosR$ 311
- Lavino MDBR$ 87 mil · 532 votosR$ 164
- Chico Caroço MDBR$ 88 mil · 599 votosR$ 147
- Luiz Fischer MDBR$ 47 mil · 392 votosR$ 120
- Almir Anibal MDBR$ 36 mil · 388 votosR$ 93,9
- Professora Sandra MDBR$ 9,9 mil · 143 votosR$ 69
- Minuzzi PSDR$ 11 mil · 160 votosR$ 67,4
- Paulo Drun PSDBR$ 28 mil · 480 votosR$ 58,9
- Professor Raul MDBR$ 11 mil · 282 votosR$ 39,4
- Expresso MDBR$ 12 mil · 351 votosR$ 34,8
- Alyne PSDR$ 11 mil · 345 votosR$ 32,3
- Gilberto PPR$ 17 mil · 740 votosR$ 22,7
Votos por real
- 2012, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.