Paulo Delevati
Paulo Delevati Chiquin · nasceu em 1967
Paulo Delevati se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PSB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 41 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulo Delevati declarou R$ 795,4 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Paulo DelevatiR$ 795,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 50% Do terrenoR$ 269,6 milImóveis
- 50% De um imóvel localizado na rua marcílio dias n. 2433R$ 161,8 milImóveis
- Um terreno na rua josé do patrocinio n. 599R$ 134,8 milImóveis
- Um terreno localizado na av. presidente vargasR$ 80,9 milImóveis
- Um automovel renault/clioR$ 67,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- 50% De um terreno localizado na rua 20 de setembroR$ 53,9 milImóveis
- Uma camioneta ford/pampaR$ 27 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Delevati declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Bagé (RS) · PSB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 19,3 mil46,1%
- Próprio bolsoR$ 16,1 mil38,5%
- EmpresasR$ 5.35512,8%
- PartidoR$ 1.0842,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 22,8 mil54,6%
- OutrosR$ 7.72418,5%
- TransporteR$ 6.82716,3%
- PessoalR$ 4.28410,3%
- EscritórioR$ 1420,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Bagé (RS), 2008
Paulo Delevati: R$ 38,9 por voto (mediana da disputa, R$ 22,8). Quem venceu, Omar Ghani, gastou R$ 9,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 74,8; o mais barato, R$ 9,21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Delevati. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Téia PTR$ 101 mil · 1.349 votosR$ 74,8
- Alencar Dal Molin MDBR$ 29 mil · 733 votosR$ 39,7
- Paulo Delevati PSBR$ 42 mil · 1.075 votosR$ 38,9
- Paulinho Parera PTR$ 57 mil · 1.688 votosR$ 33,8
- Ricardo Cougo PSBR$ 33 mil · 1.044 votosR$ 32
- Jussara Carpes PTR$ 75 mil · 2.386 votosR$ 31,3
- Divaldo Lara-Larinha PTBR$ 62 mil · 2.731 votosR$ 22,8
- Gustavo Moraes MDBR$ 23 mil · 1.101 votosR$ 20,7
- Dr. Ruben Salazar PTR$ 58 mil · 3.424 votosR$ 16,9
- Silvio Machado PTR$ 24 mil · 1.477 votosR$ 16,3
- Adriana Lara PTR$ 53 mil · 4.085 votosR$ 12,9
- Omar Ghani PTR$ 26 mil · 2.808 votosR$ 9,21
Votos por real
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.