Dr Paulo Casadei
Paulo Henrique Marzagao Casadei · nasceu em 1965
Dr Paulo Casadei disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Dourado (SP)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Dr Paulo Casadei declarou ao TSE R$ 92 mil em receitas, em reais de hoje, 46% de dinheiro público.
2020 · Prefeito · Dourado (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 49,1 mil53,6%
Para onde foi
- PesquisasR$ 4.2464,7%
- ServiçosR$ 2.9583,3%
- OutrosR$ 1.3501,5%
- InternetR$ 1.1891,3%
- PessoalR$ 7730,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Dourado (SP), 2020
Dr Paulo Casadei: R$ 43,8 por voto (mediana da disputa, R$ 19,4). Quem venceu, Gino Torrezan, gastou R$ 19,4 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Paulo Casadei. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Paulo Casadei PSDBR$ 90 mil · 2.059 votosR$ 43,8
- Gino Torrezan PLR$ 63 mil · 3.242 votosR$ 19,4
Votos por real
- 2020, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.