Apuração
Prefeito · 2012 · MDB

Dr. Paulo

Paulo Cesar Ferreira Almas · nasceu em 1954

Dr. Paulo disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Onça de Pitangui (MG)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,15← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    MDB 15· centro-direita
    não eleito964 votos, 35,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr. Paulo declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 2,1 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 976.057 na declaração)

Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • Dr. PauloR$ 2,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Aplicações financeirasR$ 1,1 mi
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Uma casa residencial na rua cel joão de carvalho 176…R$ 333,1 mil
    Casa
  3. Um apartamento localizado na av gustavo capanema 88 apto…R$ 200,8 mil
    Apartamento
  4. Um predio comercial residencial localizado na rua major…R$ 180,6 mil
    Prédio comercial
  5. Um veiculo honda fit 1.6 flex ano 2010R$ 118,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Um veiculo peugeot 307 flex cor prata ano 2010R$ 116,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Um veiculo fiat palio flex 1.0 ano 2009R$ 65,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Clinica medica pitangui LTDAR$ 14,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  9. Quotas de capital social na unimed centro oeste LTDAR$ 13,8 mil
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Dr. Paulo declarou ao TSE R$ 137 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Onça de Pitangui (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 137 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 137 mil
O maior gasto foi com transporte: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 137 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 31,7 mil23,1%
  2. ServiçosR$ 4.4413,2%
  3. EscritórioR$ 2.0141,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Onça de Pitangui (MG), 2012

Dr. Paulo: R$ 142 por voto (mediana da disputa, R$ 79,5). Quem venceu, Geraldo Tachinha, gastou R$ 79,5 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Paulo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 7 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.