Apuração
Prefeito · 2008 · PSDB

Dr. Paschoal

Paschoal Fausto Valle · nasceu em 1943

Dr. Paschoal disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Queluzito (MG)), pelo PSDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 64 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Queluzito (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito971 votos, 53,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr. Paschoal declarou R$ 2,6 mi em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 2,6 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 956.000 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • Dr. PaschoalR$ 2,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 Casa - rua sandoval azevedo, 53 - centro - conselheiro…R$ 539,3 mil
    Imóveis
  2. 01 Sitio - localidade de ponte nova - queluzito - MGR$ 404,5 mil
    Bens rurais e animais
  3. 01 Apto - rua david c, 884 - floresta - belo horizonte - MGR$ 404,5 mil
    Imóveis
  4. 01 Casa - rua silva ortz, 234 - floresta - belo horizonte…R$ 323,6 mil
    Imóveis
  5. 01 Apto - rua do ouro, 457 - serra - belo horizonte - MGR$ 296,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. 01 Apto - av contorno, 1298 apto 2001 - floresta - belo…R$ 269,6 mil
    Imóveis
  7. 01 Casa - rua francisco osvaldo albuquerque, 350…R$ 215,7 mil
    Imóveis
  8. 01 Pick up montana 2006R$ 67,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  9. 01 Fiat uno 2006R$ 56,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr. Paschoal declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Queluzito (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 12,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 9.25376,4%
  2. Próprio bolsoR$ 1.33911%
  3. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 1.2059,9%
  4. EmpresasR$ 3212,7%

Para onde foi

R$ 12,1 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Queluzito (MG), 2008

Dr. Paschoal: R$ 12,5 por voto (mediana da disputa, R$ 12,5).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.