Dr. Niversino Bueno
Niversino Bueno · nasceu em 1956
Dr. Niversino Bueno disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Marilândia do Sul (PR)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Niversino Bueno declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Marilândia do Sul (PR) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Marilândia do Sul (PR), 2004
Dr. Niversino Bueno: R$ 31,7 por voto (mediana da disputa, R$ 31,2). Quem venceu, Jaime Rossi, gastou R$ 17,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,1; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Niversino Bueno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ivan PTBR$ 55 mil · 1.576 votosR$ 35,1
- Dr. Niversino Bueno PSBR$ 6,8 mil · 216 votosR$ 31,7
- Tonhao PTR$ 45 mil · 1.428 votosR$ 31,2
- Jaime Rossi MDBR$ 43 mil · 2.394 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.