Dr. Miranda
João de Miranda Peixoto · nasceu em 1940
Dr. Miranda disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Amarante (PI)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 64 anos, superior completo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Miranda declarou ao TSE R$ 98 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Amarante (PI) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 55,4 mil56,4%
- Próprio bolsoR$ 42,8 mil43,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 3710,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Amarante (PI), 2004
Dr. Miranda: R$ 31,1 por voto (mediana da disputa, R$ 16,6). Quem venceu, Helcias Lira, gastou R$ 22,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,1; o mais barato, R$ 11,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Miranda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Miranda PSDBR$ 98 mil · 3.158 votosR$ 31,1
- Helcias Lira MOBILIZAR$ 78 mil · 3.483 votosR$ 22,5
- Dr. Adonias DEMR$ 26 mil · 1.595 votosR$ 16,6
- Jairo Prado MDBR$ 19 mil · 1.592 votosR$ 11,7
Votos por real
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.