Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Dr. Marcelo

Marcelo Ferreira Gonçalves · nasceu em 1968

Dr. Marcelo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Corupá (SC)), pelo PSDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Corupá (SC)
    PSDB 45678· centro-direita
    eleito411 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr. Marcelo declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 16.000 na declaração)

Declarou 29% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • Dr. MarceloR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr. Marcelo declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Corupá (SC) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 9.722
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.722.
  1. Outros candidatosTudo de Luiz Carlos TamaniniR$ 3.84239,5%
  2. Próprio bolsoR$ 2.81128,9%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.54926,2%
  4. PartidoR$ 5175,3%

Para onde foi

R$ 9.724
O maior gasto foi com outros: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.724. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Isac LtdaR$ 2.09421,5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.00710,4%
  3. EscritórioR$ 1201,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Corupá (SC), 2008

Dr. Marcelo: R$ 23,7 por voto (mediana da disputa, R$ 49,3). Quem venceu, Wilson Gessner, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 411; o mais barato, R$ 14,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Marcelo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Beth Brugnago PSDBR$ 6,6 mil · 16 votosR$ 411
  • Pinheiro PSDBR$ 7,4 mil · 28 votosR$ 264
  • Luiz Eraldo PSDBR$ 6,8 mil · 41 votosR$ 166
  • Acilso CIDADANIAR$ 6,9 mil · 62 votosR$ 111
  • Rosa Wisch MDBR$ 5,7 mil · 81 votosR$ 70,7
  • Gumz CIDADANIAR$ 7,4 mil · 116 votosR$ 63,8
  • Joelson Cardoso PSDBR$ 6,2 mil · 126 votosR$ 49,3
  • Jony Tribes MDBR$ 12 mil · 308 votosR$ 37,7
  • Dr. Marcelo PSDBR$ 9,7 mil · 411 votosR$ 23,7
  • Alceu Moretti MDBR$ 18 mil · 942 votosR$ 19,3
  • Margot Hauffe (Feta) MDBR$ 6,9 mil · 387 votosR$ 17,8
  • Wilson Gessner MDBR$ 6,7 mil · 454 votosR$ 14,8

Votos por real

  • 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.