Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Dr. Manoel Filho

Manoel Antonio da Silva Filho · nasceu em 1957

Dr. Manoel Filho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15· centro
    não eleito4.699 votos, 29,1%
  2. 2004
    MDB 15· centro
    não eleito6.280 votos, 43,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr. Manoel Filho declarou R$ 134,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 134,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 27% da mediana dos candidatos a prefeito no Maranhão em 2008.

  • Dr. Manoel FilhoR$ 134,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 507,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 598,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 134,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Manoel Filho declarou ao TSE R$ 427 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 245 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Pindaré-Mirim (MA) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 245 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 245 mil.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 137,9 mil56,3%
  2. PartidoTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 107,1 mil43,7%

Para onde foi

R$ 245 mil
O maior gasto foi com outros: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 245 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 80,3 mil32,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pindaré-Mirim (MA), 2008

Dr. Manoel Filho: R$ 52,1 por voto (mediana da disputa, R$ 52,1). Quem venceu, Henrique Salgado, gastou R$ 60,4 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Manoel Filho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.