Dr Luciano
Luciano Araujo Lopes · nasceu em 1957
Dr Luciano se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2006), PL (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do NortePSB 40777· centro-esquerda· na urna, Dr. Lucianosuplente19.941 votos; 31º mais votado de 155 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dr Luciano teve 19.941 votos para deputado estadual, 1,2% dos votos válidos do estado: 31º lugar entre 155 candidatos.
Recebeu votos em 136 cidades. Jucurutu deu 24,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr Luciano declarou R$ 616,1 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 133,7 mil acima da inflação.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2008.
- Dr LucianoR$ 616,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 323,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 491 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 50 VacasR$ 134,8 milBens rurais e animais
- 60 NovilhasR$ 129,4 milBens rurais e animais
- Casa residencialR$ 80,9 milImóveis
- 01 Automovel golR$ 67,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- 30 NovilhasR$ 60,7 milBens rurais e animais
- Casa residencialR$ 53,9 milImóveis
- TerrenoR$ 48,5 milImóveis
- 30 GarrotesR$ 40,4 milOutros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr Luciano declarou ao TSE R$ 179 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 111 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Jucurutu (RN) · PL · não eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 34,8 mil50,7%
- Próprio bolsoR$ 28,5 mil41,5%
- EmpresasTudo de Cirufarma Comercial LtdaR$ 5.3557,8%
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto Santa Isabel LtdaR$ 19,4 mil28,3%
- Material impressoTudo de Sociedade Gráfica Do Assu LtdaR$ 6.6949,7%
- EventosTudo de Mpe Montagem, Produção E Eventos LtdaR$ 4.0165,8%
- EscritórioR$ 1200,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Jucurutu (RN), 2008
Dr Luciano: R$ 12,2 por voto (mediana da disputa, R$ 12,2). Quem venceu, Junior Queiroz, gastou R$ 31,6 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Luciano. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Junior Queiroz PSBR$ 212 mil · 6.710 votosR$ 31,6
- Dr Luciano PLR$ 69 mil · 5.641 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2008, prefeito: 82 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 180 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.