Apuração
Prefeito · 2016 · PSB

Dr.. Ladir

Ladir Machado Alves · nasceu em 1978

Dr.. Ladir disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Nova Rosalândia (TO)), pelo PSB: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito1.412 votos, 59,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dr.. Ladir declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 2,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.447.000 na declaração)

Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Tocantins em 2016.

  • Dr.. LadirR$ 2,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 471,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 619,8 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Apartamento, localizado no predio classic, apto. 401 e…R$ 812,3 mil
    Apartamento
  2. Imovel ruralR$ 731,1 mil
    Terra nua
  3. Imovel residencialR$ 243,7 mil
    Casa
  4. Deposito em conta corrente junto ao banco do brasil S/AR$ 157,6 mil
    Conta corrente no país
  5. Veiculo automotor camionete frontierR$ 146,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Imovel residencialR$ 97,5 mil
    Casa
  7. Terreno residencialR$ 81,2 mil
    Terreno
  8. Veiculo automotor sonicR$ 56,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. 02 (Duas) motosR$ 16,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  10. Valores em caixaR$ 8.123
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Dr.. Ladir declarou ao TSE R$ 75 mil em receitas, em reais de hoje, 0,3% de dinheiro público.

2016 · Prefeito · Nova Rosalândia (TO) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 75,1 mil
0,3% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 75,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 67,6 mil90%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.2869,7%
  3. Fundo partidárioR$ 2060,3%

Para onde foi

R$ 75,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 75,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 16,8 mil22,4%
  2. EventosTudo de R. S. S. Limaverde - Eireli - MeR$ 13 mil17,3%
  3. ServiçosR$ 2.4293,2%
  4. EscritórioR$ 7951,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Rosalândia (TO), 2016

Dr.. Ladir: R$ 53,2 por voto (mediana da disputa, R$ 53,2).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.