Apuração
Prefeito · 2008 · PDT

Dr Helcio

Helcio Santana Sampaio · nasceu em 1949

Dr Helcio se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,12← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PST2006PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PST (2002), PDT (2006–2008).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPSTPDT2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Colméia (TO)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito38 votos, 0,7%
  2. 2006
    Deputado estadual · Tocantins
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Dr. Hélcio
    suplente6.024 votos; 38º mais votado de 311 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Tocantins
    PST 18000· centro-direita· na urna, Dr. Helcio
    suplente5.612 votos; 37º mais votado de 264 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dr Helcio teve 6.024 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 38º lugar entre 311 candidatos.

Recebeu votos em 110 cidades. Colméia deu 24,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,3%.

6.024 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.024 votos.
  1. Colméia (TO)1.444 votos24%
  2. Goianorte (TO)1.088 votos18,1%
  3. Palmas (TO)636 votos10,6%
  4. Arapoema (TO)625 votos10,4%
  5. Pequizeiro (TO)527 votos8,7%
  6. Outras 95 cidades525 votos8,7%
As outras 1 eleições para deputado
5.612 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.612 votos.
  1. Colméia (TO)1.514 votos27%
  2. Palmas (TO)1.042 votos18,6%
  3. Arapoema (TO)601 votos10,7%
  4. Goianorte (TO)420 votos7,5%
  5. Couto Magalhães (TO)282 votos5%
  6. Outras 65 cidades492 votos8,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Dr Helcio declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 451,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 568.182 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Tocantins em 2008.

  • Dr HelcioR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 524 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 Gleba de terras com 683R$ 1,1 mi
    Bens rurais e animais
  2. 01 Vaitura pick up ano 205 mod 2006R$ 234,6 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. 01 Imovel residencial em colmeiaR$ 107,9 mil
    Imóveis
  4. 01 Aparelho de ultrasomR$ 94,4 mil
    Outros
  5. 01 Imovel residencial em colmeia na avenida jose ludovicoR$ 27 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dr Helcio declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 728 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Colméia (TO) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 728,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 728,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 610,4 mil83,8%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 117,8 mil16,2%

Para onde foi

R$ 728,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 728,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 10,7 mil1,5%
  2. EscritórioR$ 4.1290,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Colméia (TO), 2008

Dr Helcio: R$ 19.165 por voto (mediana da disputa, R$ 35,7). Quem venceu, Prof. Ermilson, gastou R$ 1,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 19.165; o mais barato, R$ 1,55.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Helcio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 0,05 votos por R$ 1.000, 1% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.