Apuração
Vereador · 2012 · PC do B

Dr Hamilton

Hamilton Antonio Perrone · nasceu em 1966

Dr Hamilton disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Pradópolis (SP)), pelo PC do B: eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,58← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPC do B2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Pradópolis (SP)
    PC do B 65555· esquerda
    eleito424 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr Hamilton declarou R$ 301,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 301,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 137.436 na declaração)

Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Dr HamiltonR$ 301,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 301,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Auto marca GM modelo S10 cd ano 2010R$ 139,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Consórcio de imóvel caixaR$ 87,7 mil
    Consórcio não contemplado
  3. Saldo bancário em 31/12/2011R$ 53,1 mil
    Conta corrente no país
  4. Auto marca GM modelo corsa ano 2010R$ 16,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Consorcio de imóvel BBR$ 4.713
    Consórcio não contemplado

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Dr Hamilton declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Pradópolis (SP) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 24 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 28 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 17,4 mil72,4%
  2. Pessoas28 pessoas, não nomeadasR$ 6.58527,5%
  3. PartidoR$ 280,1%

Para onde foi

R$ 24 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Vitoria Regia Editoração E Empreendimentos Graficos Ltda - MeR$ 10,9 mil45,6%
  2. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 3.53914,8%
  3. ServiçosR$ 2.92412,2%
  4. EscritórioR$ 2.50610,5%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 8663,6%
  6. OutrosR$ 280,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Pradópolis (SP), 2012

Dr Hamilton: R$ 56,5 por voto (mediana da disputa, R$ 39,6). Quem venceu, Silvio Buchera, gastou R$ 24,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 346; o mais barato, R$ 24,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Hamilton. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.