Apuração
1º suplente de senador · 2014 · PT

Dr Gilberto

Gilberto dos Santos · nasceu em 1959

Dr Gilberto se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2014PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Suplente sen.PrefeitoVice-prefeitoPartidoPT2008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2014, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2014: 55 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    1º suplente de senador · Sergipe
    PT 131· centro-esquerda
    Na chapa de Rogerio Carvalho
    chapa não eleita416.988 votos da chapa
  2. 2012
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Dr. Gilberto
    não eleito5.169 votos, 34,1%
  3. 2008
    PT 40· centro-esquerda· na urna, Dr. Gilberto
    Na chapa de Aldon Luiz
    chapa eleita6.237 votos da chapa, 44,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dr Gilberto declarou R$ 777,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total caiu R$ 931,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 777,7 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 401.072 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 777,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Dr Gilberto declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Nossa Senhora das Dores (SE) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 56,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,7 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 35,1 mil61,8%
  2. Próprio bolsoR$ 21,7 mil38,2%

Para onde foi

R$ 56,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 56,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 13 mil22,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Nossa Senhora das Dores (SE), 2012

Dr. Gilberto: R$ 11 por voto (mediana da disputa, R$ 9,29). Quem venceu, Fernando Lima, gastou R$ 9,29 por voto. O voto mais caro custou R$ 11; o mais barato, R$ 8,71.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Gilberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 91 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.