Dr Fructuoso
Fructuoso Roberto de Lima Filho · nasceu em 1950
Dr Fructuoso disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Nova Granada (SP)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 54 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr Fructuoso declarou ao TSE R$ 240 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Nova Granada (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 207,9 mil86,4%
- Próprio bolsoR$ 16,6 mil6,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Granada (SP), 2004
Dr Fructuoso: R$ 52,4 por voto (mediana da disputa, R$ 34,6). Quem venceu, Padre Cido, gastou R$ 21,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,4; o mais barato, R$ 21,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Fructuoso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Fructuoso DEMR$ 240 mil · 4.589 votosR$ 52,4
- Vilson Caetano Rodrigues PC do BR$ 4 mil · 88 votosR$ 45,1
- Zé Calango PDTR$ 14 mil · 414 votosR$ 34,6
- Padre Cido PTR$ 123 mil · 5.829 votosR$ 21,1
Votos por real
- 2004, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.