Dr. Fabrício
João Fabrício de Morais · nasceu em 1923
Dr. Fabrício disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Nova Santa Rita (RS)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 80 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Fabrício declarou ao TSE R$ 292 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Nova Santa Rita (RS) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 215,2 mil73,8%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 76,5 mil26,2%
Para onde foi
- PesquisasR$ 7.8192,7%
- EscritórioR$ 4.4701,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Nova Santa Rita (RS), 2004
Dr. Fabrício: R$ 221 por voto (mediana da disputa, R$ 20). Quem venceu, Amilton Amorim, gastou R$ 20 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Fabrício. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Fabrício PSDBR$ 292 mil · 1.322 votosR$ 221
- Amilton Amorim PTBR$ 116 mil · 5.802 votosR$ 20
- Juca PPR$ 44 mil · 3.633 votosR$ 12
Votos por real
- 2004, prefeito: 4,5 votos por R$ 1.000, 9% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.