Dr. Eduardo
Eduardo Campelo Garcia · nasceu em 1956
Dr. Eduardo se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002), PTB (2004–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do NorteCIDADANIA 23333· centro· na urna, Dr Eduardosuplente3.349 votos; 54º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dr. Eduardo teve 3.349 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 54º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 74 cidades. Ceará-Mirim deu 43,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Eduardo declarou R$ 264,2 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.
Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2008.
- Dr. EduardoR$ 264,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 78,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Eduardo declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Ceará-Mirim (RN) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.56860,6%
- PessoasR$ 5.30137,5%
- Outros candidatosR$ 2681,9%
Para onde foi
- OutrosR$ 5.99742,5%
- Material impressoR$ 5.35537,9%
- TransporteR$ 2.67719%
- EscritórioR$ 880,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Ceará-Mirim (RN), 2008
Dr. Eduardo: R$ 25,3 por voto (mediana da disputa, R$ 13,5). Quem venceu, Roberto Lima, gastou R$ 8,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,4; o mais barato, R$ 8,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Eduardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriano Do Correio DEMR$ 58 mil · 1.218 votosR$ 47,4
- Neto Do Motel PLR$ 16 mil · 353 votosR$ 45,9
- Patrícia Juna PDTR$ 63 mil · 1.441 votosR$ 44
- Ronaldo Venâncio MDBR$ 42 mil · 1.489 votosR$ 28,3
- Dr. Eduardo PTBR$ 14 mil · 559 votosR$ 25,3
- Lila De Otacildo MOBILIZAR$ 23 mil · 1.467 votosR$ 15,5
- Nequinho PPR$ 18 mil · 1.335 votosR$ 13,5
- Élcio PSCR$ 17 mil · 1.487 votosR$ 11,5
- Zelia Santos PSBR$ 17 mil · 1.523 votosR$ 11,4
- Franquinho DEMR$ 19 mil · 2.007 votosR$ 9,57
- Dr. Júlio César PSDBR$ 18 mil · 2.135 votosR$ 8,29
- Roberto Lima PLR$ 14 mil · 1.808 votosR$ 8,02
Votos por real
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.