Dr Edson
Edson Pereira de Oliveira · nasceu em 1971
Dr Edson se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2006), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · BahiaPT 1344· centro-esquerda· na urna, Edson Pereira Oliveirasuplente20.969 votos; 61º mais votado de 216 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dr Edson teve 20.969 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 216 candidatos.
Recebeu votos em 236 cidades. Ibititá deu 13,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,8%.
- Ibititá (BA)2.797 votos13,3%
- Irecê (BA)2.570 votos12,3%
- Lapão (BA)2.023 votos9,6%
- Iraquara (BA)1.533 votos7,3%
- Canarana (BA)1.179 votos5,6%
- Outras 221 cidades5.492 votos26,2%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr Edson declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 1,8 mi acima da inflação.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2008.
- Dr EdsonR$ 2,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 439,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 594,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Casa em condominio em são pauloR$ 1,8 miImóveis
- Apartamento em são pauloR$ 350,5 milImóveis
- Fazenda lagoa azulR$ 269,6 milBens rurais e animais
- Chacara em são pauloR$ 269,6 milImóveis
- Peugeot 206SWR$ 121,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Carro gol 2003R$ 40,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Terreno em lagedãoR$ 13,5 milImóveis
- Terreno em ponta porãR$ 13,5 milImóveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr Edson declarou ao TSE R$ 318 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 169 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Ibititá (BA) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Karneiro Artes GráficasR$ 30,7 mil18,2%
- ServiçosTudo de Bicalho E Rovero Advocacia E ConsultoriaR$ 26,8 mil15,9%
- EscritórioR$ 4.0942,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ibititá (BA), 2008
Dr Edson: R$ 34,7 por voto (mediana da disputa, R$ 34,7). Quem venceu, Dr. Chiquinho, gastou R$ 54,7 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Edson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Chiquinho DEMR$ 323 mil · 5.900 votosR$ 54,7
- Dr Edson MDBR$ 169 mil · 4.863 votosR$ 34,7
Votos por real
- 2008, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 140 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.