Apuração
Vice-prefeito · 2012 · MDB

Dr. Édison

Édison Fernandes de Deus · nasceu em 1970

Dr. Édison se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2008), MDB (2012).

PrefeitoVice-prefeitoPartidoPTMDB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    MDB 15· centro-direita
    Na chapa de Paulo Rocha
    chapa eleita1.349 votos da chapa, 46,1%
  2. 2008
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito470 votos, 17,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr. Édison declarou R$ 267,3 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 267,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 122.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 267,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. DinheiroR$ 197,2 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Casa residencial situada na rua manoel preto qd. 17 lote 05R$ 48,2 mil
    Casa
  3. 50% Das quotas do capital social da empresa de deus…R$ 11 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Lote com 300 M2R$ 11 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr. Édison declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Conceição do Tocantins (TO) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 10,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,9 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.12265,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3.74834,5%

Para onde foi

R$ 10,9 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Conceição do Tocantins (TO), 2008

Dr. Édison: R$ 23,1 por voto (mediana da disputa, R$ 60). Quem venceu, Natal, gastou R$ 91,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,1; o mais barato, R$ 23,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Édison. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.