Dr Dagmauro
Dagmauro Sousa Moreira · nasceu em 1971
Dr Dagmauro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PT (2012–2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dr Dagmauro declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 8,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Declarou 8,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Ceará em 2020.
- Dr DagmauroR$ 2,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 335,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Predio comercial com 18 apartamentosR$ 1,1 miPrédio comercial
- Apartamento em fortalezaR$ 1 miApartamento
- Toyota hilux ano 2020R$ 308,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa residencial na avenida duque de caxias em itapipocaR$ 161,6 milCasa
- Ponto comercial avenida jose do patrocinioR$ 114,9 milPrédio comercial
- Casa residencial no distrito de assunçaoR$ 43,1 milCasa
- Terreno na zona rural denominado bruziguimR$ 28,7 milTerreno rural
- Capital social na cecm filial unicred sobralR$ 23,6 milOutros fundos
- Lote de terreno no bairro julho IIR$ 14,4 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr Dagmauro declarou ao TSE R$ 2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,4 milhão.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Itapipoca (CE) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 92 mil63,9%
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 52 mil36,1%
Para onde foi
- Pessoal90 pessoas, não nomeadasR$ 29,5 mil21,6%
- InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 14,9 mil10,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.6981,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itapipoca (CE), 2020
Dr Dagmauro: R$ 11,7 por voto (mediana da disputa, R$ 11,7). Quem venceu, Felipe Pinheiro, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,7; o mais barato, R$ 3,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Dagmauro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- João Barroso PSDBR$ 569 mil · 27.415 votosR$ 20,7
- Felipe Pinheiro PTR$ 505 mil · 31.760 votosR$ 15,9
- Dr Dagmauro REPUBLICANOSR$ 137 mil · 11.666 votosR$ 11,7
- Paulo Henrique Teixeira PSLR$ 5,9 mil · 1.681 votosR$ 3,49
Votos por real
- 2020, prefeito: 85 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 76 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.