Dr. Chicô
Francisco Jose Prates de Matos · nasceu em 1950
Dr. Chicô se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 58 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Chicô declarou ao TSE R$ 399 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Pedro Canário (ES) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 80,2 mil20,1%
- Próprio bolsoR$ 26,1 mil6,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 101 mil25,3%
- OutrosR$ 6190,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pedro Canário (ES), 2004
Dr. Chicô: R$ 54,1 por voto (mediana da disputa, R$ 35,6).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Chicô PTBR$ 399 mil · 7.370 votosR$ 54,1
- Dr. Fiorot MOBILIZAR$ 137 mil · 3.862 votosR$ 35,6
Votos por real
- 2004, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.