Dr. Artur
Artur Fernando Martins de Azevedo · nasceu em 1967
Dr. Artur disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Cravolândia (BA)), pelo PHS: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 37 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Dr. Artur declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Cravolândia (BA) · PHS · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 47,3 mil95,4%
- PessoasR$ 2.2814,6%
Para onde foi
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 21,2 mil42,7%
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 16,3 mil32,8%
- EventosR$ 1.3032,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cravolândia (BA), 2004
Dr. Artur: R$ 31,4 por voto (mediana da disputa, R$ 32). Quem venceu, Paulo Cesar, gastou R$ 32 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,4; o mais barato, R$ 31,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Artur. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adailson PTR$ 4,8 mil · 75 votosR$ 64,4
- Paulo Cesar PLR$ 62 mil · 1.920 votosR$ 32
- Dr. Artur PHSR$ 50 mil · 1.582 votosR$ 31,4
Votos por real
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.