Dr. Arlindo Vargas
Arlindo Roso de Vargas · nasceu em 1948
Dr. Arlindo Vargas se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2002), CIDADANIA (2006–2010).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.
Declarou ao TSE em 2010: 62 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulCIDADANIA 23456· centrosuplente5.075 votos; 233º mais votado de 545 no estado
- 20061º suplente de senador · Rio Grande do SulCIDADANIA 234· centro· na urna, Arlindo VargasNa chapa de Mario Berndchapa não eleita810.853 votos da chapa
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPTB 1414· centro-direita· na urna, Arlindo Vargassuplente30.720 votos; 57º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dr. Arlindo Vargas teve 5.075 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 233º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 137 cidades. São Gabriel deu 68,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Dr. Arlindo Vargas declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 960,6 mil acima da inflação.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2010.
- Dr. Arlindo VargasR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Apto 403 sito rua lavras 492R$ 865,5 milApartamento
- Móveis, aparelhos e utensíliosR$ 186,7 milOutros bens móveis
- Trator valmet mod. 980R$ 74,2 milOutros bens móveis
- Consultório equipado e aparelhos para exercício de medicinaR$ 74,2 milOutros bens imóveis
- Automóvel toyota camry 1993R$ 43,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte ideal de terrenos havidos herança paisR$ 38,3 milTerreno
- Banco do brasilR$ 29,7 milConta corrente no país
- Fração de terras havidos herança dos paisR$ 26 milTerra nua
- Um terreno lote cR$ 17,3 milTerreno
- Automóvel voyage 1988R$ 13,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Participação 80% firma arlindo roso de vargas cia LTDAR$ 9.891Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Arlindo Vargas declarou ao TSE R$ 326 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 218 mil.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 91,6 mil85,2%
- Próprio bolsoR$ 15,9 mil14,8%
Para onde foi
- Pessoal15 pessoas, não nomeadasR$ 43,4 mil40,4%
- OutrosTudo de Matheus Gonçalves PerlinR$ 7.3306,8%
- EscritórioR$ 2.8592,7%
- ServiçosR$ 7330,7%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2010
Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Silvana Covatti, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelcir Tessaro PTBR$ 797 mil · 12.720 votosR$ 62,7
- Claudio Janta PDTR$ 1,2 milhão · 19.763 votosR$ 59,7
- Nelsinho Metalurgico PTR$ 1,6 milhão · 37.483 votosR$ 43,2
- João Ramis PTR$ 776 mil · 18.091 votosR$ 42,9
- Mônica Leal PPR$ 799 mil · 19.259 votosR$ 41,5
- Maria Eunice PTR$ 815 mil · 20.871 votosR$ 39
- Márcio Biolchi MDBR$ 2,4 milhões · 63.932 votosR$ 38,1
- Adão Villaverde PTR$ 1,7 milhão · 47.758 votosR$ 34,7
- Jussara Cony PC do BR$ 1 milhão · 30.910 votosR$ 33,7
- Sandro Boka MDBR$ 911 mil · 27.233 votosR$ 33,5
- Fixinha PPR$ 1,5 milhão · 44.798 votosR$ 33,2
- Ana Affonso PTR$ 1,2 milhão · 38.525 votosR$ 32,3
- Artur Lorentz PPR$ 1,1 milhão · 35.317 votosR$ 31,6
- Frederico Antunes PPR$ 1,4 milhão · 46.537 votosR$ 29,1
- Luis Lauermann PTR$ 1,3 milhão · 46.541 votosR$ 29
- Leila Fetter PPR$ 947 mil · 35.634 votosR$ 26,6
- Zila Breitenbach PSDBR$ 885 mil · 34.676 votosR$ 25,5
- Mano Changes PPR$ 1 milhão · 42.220 votosR$ 24,5
- Adroaldo Loureiro PDTR$ 1,1 milhão · 43.266 votosR$ 24,5
- Maria Helena Sartori MDBR$ 790 mil · 38.958 votosR$ 20,3
- Pedro Westphalen PPR$ 1,4 milhão · 72.910 votosR$ 19,7
- Lara PTBR$ 1 milhão · 57.936 votosR$ 17,7
- Daniel Bordignon PTR$ 824 mil · 46.828 votosR$ 17,6
- Mainardi PTR$ 1,1 milhão · 64.375 votosR$ 17,1
- Gilberto Capoani MDBR$ 855 mil · 53.050 votosR$ 16,1
- Edson Brum MDBR$ 1 milhão · 67.397 votosR$ 14,9
- Juliana Brizola PDTR$ 839 mil · 61.305 votosR$ 13,7
- Lucas Redecker PSDBR$ 882 mil · 69.043 votosR$ 12,8
- Marco Alba MDBR$ 1 milhão · 82.269 votosR$ 12,6
- Silvana Covatti PPR$ 868 mil · 85.604 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 141 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.