Dr. Antonio
Antonio Carlos de Alcântara Paiva · nasceu em 1953
Dr. Antonio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pilar (PB)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dr. Antonio declarou R$ 53,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2008.
- Dr. AntonioR$ 53,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 50,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dr. Antonio declarou ao TSE R$ 8,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Pilar (PB) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.41849,5%
- Próprio bolsoR$ 4.01645%
- Outros candidatosR$ 4985,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.00590%
- OutrosR$ 4985,6%
- EscritórioR$ 2172,4%
- TransporteR$ 1792%
Quanto custou cada voto: vereador, Pilar (PB), 2008
Dr. Antonio: R$ 29,6 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Rossi, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 242; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Antonio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Flávia PTR$ 4,6 mil · 19 votosR$ 242
- Rodolfo DEMR$ 10 mil · 250 votosR$ 40,1
- Pintinho DEMR$ 16 mil · 436 votosR$ 36,1
- Janilson PTBR$ 14 mil · 390 votosR$ 35,1
- Murilo PTR$ 7,8 mil · 242 votosR$ 32,1
- Xila PDTR$ 6,2 mil · 194 votosR$ 31,7
- Dr. Antonio PSDBR$ 8,9 mil · 301 votosR$ 29,6
- Nado DEMR$ 16 mil · 626 votosR$ 25,8
- Gabriel De Jacaré PSDBR$ 7,6 mil · 309 votosR$ 24,6
- Rossi PDTR$ 5 mil · 246 votosR$ 20,4
- João Bila DEMR$ 3,6 mil · 193 votosR$ 18,7
- Dra. Rosário PPR$ 4,5 mil · 282 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.