Apuração
Prefeito · 2004 · MDB

Dr Antônio

Antônio Roberto Lopes de Carvalho · nasceu em 1935

Dr Antônio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 69 anos, superior completo, medico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    MDB 15· centro
    não eleito2.892 votos, 26,6%
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    MDB 15181· centro· na urna, Dr. Antônio Roberto
    suplente19.162 votos; 149º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dr Antônio teve 19.162 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 149º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 161 cidades. João Monlevade deu 34,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,9%.

19.162 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 19.162 votos.
  1. João Monlevade (MG)6.597 votos34,4%
  2. São Domingos do Prata (MG)3.567 votos18,6%
  3. Nova Era (MG)1.210 votos6,3%
  4. Bela Vista de Minas (MG)808 votos4,2%
  5. Belo Horizonte (MG)793 votos4,1%
  6. Outras 146 cidades2.320 votos12,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr Antônio declarou ao TSE R$ 728 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 533 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · São Domingos do Prata (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 195,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 195,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 195,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Eventos6 pessoas, não nomeadasR$ 19,5 mil10%
  2. PessoalR$ 4.8282,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Domingos do Prata (MG), 2004

Dr Antônio: R$ 67,6 por voto (mediana da disputa, R$ 21,1). Quem venceu, Quinzinho, gastou R$ 21,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,6; o mais barato, R$ 8,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr Antônio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 36 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.