Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PL

Dr Amaral

Luiz do Amaral · nasceu em 1941

Dr Amaral se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2008), PL (2012).

Vice-prefeitoVereadorPartidoMDBPL200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Ponta Porã (MS)
    PL 22· direita
    Na chapa de Álvaro Soares
    chapa não eleita8.619 votos da chapa, 20,5%
  2. 2008
    Vereador · Ponta Porã (MS)
    MDB 15777· centro· na urna, Dr. Amaral
    suplente834 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dr Amaral declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 13,7 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.376.763 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 13 Lotes + fraçoes de lotesR$ 2,1 mi
    Outros bens imóveis
  2. Imovel comercialR$ 506,9 mil
    Prédio comercial
  3. Casa residencialR$ 347,8 mil
    Casa
  4. Quotas de capital socialR$ 20,3 mil
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Dr Amaral declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Ponta Porã (MS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 46,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,6 mil.
  1. EmpresasR$ 22,2 mil47,7%
  2. PessoasR$ 19 mil40,9%
  3. Próprio bolsoR$ 5.35511,5%

Para onde foi

R$ 46,6 mil
O maior gasto foi com outros: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 46,6 mil.
  1. OutrosR$ 30,4 mil65,3%
  2. Material impressoR$ 8.22017,6%
  3. TransporteR$ 5.64912,1%
  4. ServiçosR$ 2.1154,5%
  5. EscritórioR$ 1870,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Ponta Porã (MS), 2008

Dr. Amaral: R$ 55,9 por voto (mediana da disputa, R$ 30,1). Quem venceu, Ludimar Novais, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,4; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Amaral. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.