Dr. Aloysio Marinho
Aloysio Marinho de Paula · nasceu em 1951
Dr. Aloysio Marinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004–2008), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008Vice-prefeito · Santa Bárbara do Tugúrio (MG)PL 45· direita· na urna, Dr AloysioNa chapa de Jaymechapa eleita2.170 votos da chapa, 63,5%
- 2004Vice-prefeito · Santa Bárbara do Tugúrio (MG)PL 45· direita· na urna, Dr. AloysioNa chapa de Jaymechapa eleita1.746 votos da chapa, 53,1%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr. Aloysio Marinho declarou R$ 590,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 48,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.
- Dr. Aloysio MarinhoR$ 590,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Apartamento juiz de foraR$ 324,9 milApartamento
- Sicoob - conta correnteR$ 81,2 milConta corrente no país
- Uma casa residencial rua visconde de araguaiaR$ 59,7 milCasa
- Residencia sitio rua dr. pena 38 centroR$ 49,7 milCasa rural
- Volkswagen golR$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parati - grg 5183R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão, sistema de som veiculação propagandaR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sitio fazenda dos pinheiros em santa barbara do turgurioR$ 9.948Terreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Dr. Aloysio Marinho declarou ao TSE R$ 85 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Barbacena (MG) · AGIR · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 58 mil68,5%
- Pessoas25 pessoas, não nomeadasR$ 26,7 mil31,5%
Para onde foi
- Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 17,5 mil20,7%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 10,2 mil12,1%
- EscritórioR$ 3.7664,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Barbacena (MG), 2016
Dr. Aloysio Marinho: R$ 9,61 por voto (mediana da disputa, R$ 9,61). Quem venceu, Luis Álvaro, gastou R$ 22,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,9; o mais barato, R$ 5,31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Aloysio Marinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Sá Grise PSCR$ 182 mil · 6.100 votosR$ 29,9
- Danuza Bias Fortes PDTR$ 181 mil · 6.629 votosR$ 27,3
- Luis Álvaro PSBR$ 322 mil · 14.291 votosR$ 22,5
- Ronaldo Braga MDBR$ 71 mil · 5.800 votosR$ 12,2
- Dr. Aloysio Marinho AGIRR$ 85 mil · 8.805 votosR$ 9,61
- Carlos Roberto Kikito PTR$ 96 mil · 13.621 votosR$ 7,03
- Dr Tarcísio REPUBLICANOSR$ 32 mil · 4.671 votosR$ 6,80
- Adailton Marques PSOLR$ 20 mil · 3.812 votosR$ 5,31
Votos por real
- 2016, prefeito: 104 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.