Dr. Alexandre
Alexandre Colares Bezerra Junior · nasceu em 1968
Dr. Alexandre se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2020 e 2024.
Passou por 5 partidos: PHS (2008), PTB (2012), PSDB (2016), REPUBLICANOS (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Prefeito · Pindaré-Mirim (MA)REPUBLICANOS 10· direita· na urna, Alexandre Colareseleito13.058 votos, 67,9%
- 2016Prefeito · Pindaré-Mirim (MA)PSDB 45· centro-direita· na urna, Dr. Alexandre Colaresnão eleito8.716 votos, 45,9%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dr. Alexandre declarou R$ 543,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 84,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Maranhão em 2024.
- Dr. AlexandreR$ 543,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 436,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 634 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Uma casa, na rua boa esperança, 07, cohama, são luis - MAR$ 175,2 milCasa
- Uma casa na rua santo antonioR$ 133,3 milCasa
- Participação no capital social da empresa colares e…R$ 71,8 milOutras aplicações
- Uma propriedade denominada sitioR$ 66,6 milOutros bens imóveis rural
- Umveiculo marca//modelo land rover defender 110R$ 56 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um apartamento na av. jeronimo de albuquerqueR$ 40,7 milApartamento
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dr. Alexandre declarou ao TSE R$ 2,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,2 milhão.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Pindaré-Mirim (MA) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 128 mil54,5%
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 87,5 mil37,3%
- Próprio bolsoR$ 19,1 mil8,2%
Para onde foi
- Pessoal195 pessoas, não nomeadasR$ 88,2 mil37,6%
- EventosTudo de Tfw Empreendimentos E Servicos LtdaR$ 71,1 mil30,3%
- Material impressoTudo de E M Sousa Servico GraficosR$ 25 mil10,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,9 mil4,7%
- ServiçosR$ 10,9 mil4,7%
- EscritórioR$ 6.0032,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pindaré-Mirim (MA), 2024
Dr. Alexandre: R$ 17,4 por voto (mediana da disputa, R$ 16,1).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Alexandre MDBR$ 235 mil · 13.479 votosR$ 17,4
- Antonio De Cabeça Branca PPR$ 110 mil · 6.858 votosR$ 16,1
Votos por real
- 2024, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 45 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 6,9 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.